sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
Aqui encontramos dois links para sites que tratam do assunto Simetria:
A simetria na comunicação visual
Simetria e Assimetria
domingo, 19 de agosto de 2012
O Folclore
Foi no final do século XVIII e início do século XIX que pesquisadores começaram a perceber a existência do conhecimento popular. Foram estes vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) que fizeram surgir o termo Folclore.
Folclore é o nome dado para esta ciência que estuda o conhcimento de um povo. Se começarmos a questionar perceberemos que existem vários conhecimentos que não sabemos de onde vem ou quem o fez. O bolo, quem foi que o inventou? O hábito de tomar banho quem o ensinou? Quem inventou a música Samba lelê? Como já dito, são vários os conhecimentos que não se tem respostas. E para prolongar os questionamentos: como foi que aprendemos tais coisas? Aonde estão os registros que nos fizeram conhecer? As pessoas dizem: Não sei! Eu aprendi com minha mãe, com minha vó. Outros comentam que é uma tradição na família, desde os bisavós.
Logo, o folclore são diversos conhecimentos transmitidos de geração em geração. E esses conhecimentos têm que pertencer a alguém. E pertencem! Sim, pertecem ao povo. Todo o conhecimento que fica anônimo, no anonimato pertence ao povo. É um conhecimento que se aprende oralmente, ouvindo, contando, falando dentro de quatro paredes de uma casa, na esquina de uma rua, nas brincadeiras das crianças, nas festas dos santos ou não. O povo tomou posse desse conhecimento de tal forma que todos gostam e todos podem ensiná-lo.
O folclore é todo o conhecimento produzido por um povo e transmitido de geração em geração por imitação ou oralmente. Dele se aprende diversos conhecimentos, desde uma cantiga de ninar, de roda até uma comida típica. Desde uma lenda até uma festa. Tudo isso são formas de manifestações folclóricas, são formas de se fazer folclore: Música e Dança; Festas e Encenações; Linguagem, literatura e tradição oral (lendas e mitos); Culinária; Brinquedos e brincadeiras; Crenças e Superstições e Artesanato.
Mas se o folclore é esse tantão de coisas, como conseguem dizer que isso pertence ao folclore e aquilo não pertence? É uma pergunta muito importante para ser feita e simples: como que eu sei que um pássaro não é um peixe? A resposta é a mesma para o folclore, ou seja, são as suas características que decidem se isso é ou não folclore: a tradicionalidade; a dinamicidade; a funcionalidade e a aceitação coletiva. O primeiro corresponde ao fato de ser passado de geração para geração. Dinamicidade tem haver com as mudanças, adaptções que vão ocorrende de tempos em tempos ou de locais para locais. A funcionalidade é a razão daquilo existir. E a aceitação coletiva é o fato de dum grupo "adotar" aquele conhecimento como algo que os interessa.
E as etnias brasileiras ajudaram muito na constituição do nosso folclore. O índio sempre teve o hábito de se refrescar, ato que o branco não tinha a mesma necessidade. Também, utilizavam de penas de animais para se fantasiar e da pintura corporal. Contribuiu com alimentos como o amendoin, a mandioca e as ervas medicinais.
Já os brancos contribuíram com o hábito da utilização do vestuário. Também, trazendo objetos, instrumentos musicais como o piano, violino, violão e etc. As festas, lendas e muito mais. E os negros, então?! Na comida, a mais conhecida foi a feijoada, contribuição escrava. Também, a luta da capoeira que aqui no Brasil se tornou uma dança com instrumentos tipicamente africanos como o berimbau, afoxê e outros mais.
Bem, percebe-se que o nosso folclore é realmente rico e graças a riquezea de etnias que aqui possúimos. Essa verdade é um fato tão consumado que grandes artistas eruditos ou não retrataram o nosso folclore como Cândido Portinari, D. Janira, Aldemir Martins, Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Tarsila do Amaral e etc.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Conceitos da Arte Contemporânea
Vamos falar dos conceitos da arte contemporânea de forma direta.
Materialidade é o ato de materializar uma idea artística de forma a torná-la perceptível por alguém.
Matéria é tudo aquilo perceptível por alguém.
Suporte é a base aonde a idea artística foi expressada. Por exemplo, a Monalisa foi pintada na tela, mas poderia ter sido utilizado como suporte a parede, por exemplo.
Arte convencional e não convencional. A arte convencional é aquela padronizada por alguém, ou seja, são as sete artes tradicionais. Já a não-convencional são aquelas linguagens artísticas que não foram padronizadas.
Materialidade é o ato de materializar uma idea artística de forma a torná-la perceptível por alguém.
Matéria é tudo aquilo perceptível por alguém.
Suporte é a base aonde a idea artística foi expressada. Por exemplo, a Monalisa foi pintada na tela, mas poderia ter sido utilizado como suporte a parede, por exemplo.
Arte convencional e não convencional. A arte convencional é aquela padronizada por alguém, ou seja, são as sete artes tradicionais. Já a não-convencional são aquelas linguagens artísticas que não foram padronizadas.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Sugestões de sites que ensinam a dançar FREVO
Curta estes links que ensina a dançar Frevo
http://www2.uol.com.br/JC/sites/100anosfrevo/interna_fotos.htm
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo1.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo2.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo3.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo4.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo5.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo6.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo6.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo7.wmv
http://www2.uol.com.br/JC/sites/100anosfrevo/interna_fotos.htm
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo1.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo2.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo3.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo4.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo5.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo6.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo6.wmv
http://p.mm.uol.com.br/jc/integracao/media/videos/vd_frevo7.wmv
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